O adulto conectado

O adulto conectado

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Para Maria Montessori e Emmi Pikler era muito importante a posição do adulto perante as
crianças, sobretudo como acompanhá-las no brincar. Dentro dessas visões pedagógicas
dizemos que é essencial ter por perto um adulto conectado.
Mas, como conectar?

  •  Tenha uma orelha fora e outra dentro: escutando o seu impulso interno, as suas

necessidades e o mesmo tempo observando a criança atentamente. Essa observação
permite que sejamos capazes de perceber o que é uma necessidade real para a
criança, limitando intervenções desnecessárias.

  • Confie na criança, nas suas capacidades, e permita que ela as explore em liberdade

dentro dos limites de segurança reais, não dos seus medos internos.

  • Permita o silêncio, mantendo-se conectado com o aqui e o agora, um momento

precioso que nos encontramos e que as crianças habitam com facilidade.

  • Amplie sua mente compreendendo que não há certo ou errado. Reconheça que não

existe um jeito de brincar melhor do que outro, e valorize essa principal tarefa da
infância permitindo que as crianças criem seus próprios jogos e usem o material
existente com o único limite da segurança real.

  • Mantenha-se disponível sem atrapalhar, próximo, porém não invasivo. Olhe para a

criança e não para o celular, ofereça sorrisos e olhares ao invés de elogios para
qualquer ação o tempo inteiro.
A ideia de um adulto conectado assemelha-se com a meditação. Estar presente sem juízo,
com um olhar amável, permitindo o impulso da vida em nós e nas crianças.
Conectemos!
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