O Método Montessori e a Disciplina Positiva

Montessori e Disciplina Positiva

O Método Montessori e a Disciplina Positiva

Começamos a falar da Disciplina Positiva e da visão de Maria Montessori sobre a paz, quando nas rodas de conversa as famílias traziam dúvidas sobre como lidar com os conflitos em casa. Isso sempre aparecia depois da dúvida número um da maternidade: “quando eu vou voltar a dormir de novo?”.
A disciplina positiva é uma metodologia sistematizada por Jane Nelsen baseada nas ideias de Adler e Dreikurs, psicólogos e psiquiatras que estudaram o comportamento infantil. Maria Montessori nasceu no mesmo ano que Adler e o seu trabalho se baseia na procura da paz:

“Mudando o nosso jeito de olhar para a criança podemos mudar o mundo”.

Gostamos de como Montessori e a DP se dialogam. Essa é a conversa que nós levamos até as famílias, e que também faz parte do nosso curso de babás. A Disciplina Positiva traz cinco critérios interessantes, pois ela:
✔ É gentil e firme ao mesmo tempo
✔ Ajuda a criança a sentir conexão: sentimento de aceitação e importância
✔ É eficaz a longo prazo
✔ Ensina habilidades para a vida: respeito, cuidado com os outros e resolução de problemas
✔ Encoraja a descobrir as capacidades:  fomenta a autonomia
Os dois olhares enxergam a criança como um ser capaz e protagonista. A criança não é um recipiente vazio que precisa ser preenchido, pois ela já é um ser já completo, que evolui no seu próprio potencial.
Tanto Montessori como Adler acreditavam que é necessário o crescimento interior do adulto, para que desde a nossa própria compreensão possamos compreender a criança, assim teremos uma presença conectada e as acompanharemos emocionalmente.
Não é à toa que muitos casais começam a fazer terapia depois da chegada de um filho em casa, pois esse acontecimento transparece e sinaliza as nossas sombras. Mas, no meio do caos que gera ter um filho nasce uma rica e incrível oportunidade de crescer.
Para Adler a criança sempre procura pertencer e ser útil, ter uma sensação de que pode contribuir, já Maria Montessori acreditava que o ambiente preparado é um facilitador da autonomia e que gera possibilidades de pertencer e atuar no ambiente autonomamente.
Ambos olhares percebem o erro como oportunidade de aprendizagem e como parte da vida, sendo que na maior parte das vezes não precisamos sinalizar o erro, se colocarmos à disposição ferramentas para solucioná-lo. Por exemplo: um pano, para limpar quando cai a água, ou ajudar a pensar juntos em uma solução quando um objeto quebra.
É sobre como educar para um crescimento saudável, no universo físico e psicológico, para a criança se sentir capaz, querida e aceita, tal como ela é.
 
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[author] [author_image timthumb=’on’]https://www.mariarozas.com.br/wp-content/uploads/pp.jpg[/author_image] [author_info] María Rozas é mãe, pedagoga e terapeuta. Criou a Flamingo Sour para auxiliar famílias nas alterações e mudanças geradas com a vinda do novo ser! Sua visão se baseia nas pedagogias Montessori e Pikler, mas especialmente com um profundo respeito à maternidade, sabendo que cada mãe é o melhor para seu filho.do aqui[/author_info] [/author]

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